Auroras Boreais
Ae mais uma vez, aproveito o tempinho para deixar um artigo acerca das chamadas Auroras Boreiais e Austrais!
As Auroras Boreais são lindas e dinâmicas exibições nocturnas, que podem ser observadas junto aos Pólos terrestres e, conforme ocorram nos Pólos Norte ou Sul, designam-se, respectivamente, por Auroras Boreais ou Auroras Austrais.
Existem inúmeras condições para que se possam ver, já que a mais pequena neblina pode impossibilitar a visualização deste fenómeno.
Estas formam-se devido a correntes de partículas electricamente carregadas, provenientes do Sol, que viajem pelo espaço constituindo o chamado Vento Solar. Uma vez colidindo com a atmosfera terrestre, numa zona denominada Magnetosfera, os electrões chocam com átomos de oxigénio e nitrogénio das moléculas da alta atmosfera, dando-lhes uma energia extra. Ao ser absorvida, provoca um estado excitado, ou seja, os electrões saltam para níveis mais energéticos e, como não podem manter-se nesse estado por muito tempo, regressam aos seus níveis de origem devolvendo a energia absorvida na forma de fotão, ou um pulso de luz. Triliões de átomos e moléculas do estado excitado produzem a luz da aurora.
Existem diversas espécimes destas auroras, tanto a nível da forma como da cor. A sua luminosidade depende da intensidade com que o vento solar choca com a nossa atmosfera. É de considerar que qualquer planeta pode albergar este tipo de efemérides, desde que possua um campo magnético e uma atmosfera. Já foram, portanto, observadas estas auroras em Júpiter, no seu satélite Io, em Vénus, em Saturno e em Neptuno.
Abraço FLynx
As Auroras Boreais são lindas e dinâmicas exibições nocturnas, que podem ser observadas junto aos Pólos terrestres e, conforme ocorram nos Pólos Norte ou Sul, designam-se, respectivamente, por Auroras Boreais ou Auroras Austrais.
Existem inúmeras condições para que se possam ver, já que a mais pequena neblina pode impossibilitar a visualização deste fenómeno.
Estas formam-se devido a correntes de partículas electricamente carregadas, provenientes do Sol, que viajem pelo espaço constituindo o chamado Vento Solar. Uma vez colidindo com a atmosfera terrestre, numa zona denominada Magnetosfera, os electrões chocam com átomos de oxigénio e nitrogénio das moléculas da alta atmosfera, dando-lhes uma energia extra. Ao ser absorvida, provoca um estado excitado, ou seja, os electrões saltam para níveis mais energéticos e, como não podem manter-se nesse estado por muito tempo, regressam aos seus níveis de origem devolvendo a energia absorvida na forma de fotão, ou um pulso de luz. Triliões de átomos e moléculas do estado excitado produzem a luz da aurora.
Existem diversas espécimes destas auroras, tanto a nível da forma como da cor. A sua luminosidade depende da intensidade com que o vento solar choca com a nossa atmosfera. É de considerar que qualquer planeta pode albergar este tipo de efemérides, desde que possua um campo magnético e uma atmosfera. Já foram, portanto, observadas estas auroras em Júpiter, no seu satélite Io, em Vénus, em Saturno e em Neptuno.
Abraço FLynx

2 Comments:
owa!
gostei de ver k não abdicaste do blog! adorava ver uma aurora boreal. Talvez me servisse de inspiração para mais um pooema! lol
mas olha que esses electrões provocam um espectaculo digno de ser apreciado!é um cenário romântico... bom para ver a dois! lol
não ligues... tenho andado assim!
Bjões Mt Ffx pa ti migo!
lena
:)
Enviar um comentário
<< Home